terça-feira, 15 de junho de 2010

A fêmea e o macho.



As mulheres nem sempre são fortes, as vezes são tão frageis como um cristal.As vzes suportam mileumacoisas, mas derrepente fazem de um NADA, um DRAMA.

As mulheres são assim intempestivas.Inesperadamente, subitamente, choram, brigam.
Nem sempre estão na dita TPM, ou nem seja talvez culpa da mudança de fase da lua .
É peculiar da mulher ser assim.

Alguns homens convivem anos com uma mulher , e não aprendem nunca.
Já a mulher, ao contrario, conhece os ''macetes'' de um homem.Sabem o q lhe agrada e oq lhe desagrada, e procuram pelo caminho que será melhor para ambos. Podemos traduzir isso como sendo o sexo feminino menos egoísta.

Os homens, por sua vez, conhecem mas não aprendem.
Não descobriram que um simples afago à sua dama num momento de inquietação, é capaz de curar qualquer cicatriz.

Mas muitos deles preferem ir a fundo na questão, não se conformando como aquela mulher, que toma decisões, que tem dupla (as vezes tripla)jornada, aquela que se mostra forte nas situações, que impoe sua opinião, se dá ao luxo de sofrer essas alterações de humor.

Como ela não consegue segurar sua onda?(Egoismo masculino aíi!)

Digo apenas q nessas hrs prentendemos aninhar-se num casulo qualquer.

dáprafugir?

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Viver é a melhor coisa que existe...


Talvez só agora tenha me dado a chance de sentir a vida.
Tenho traçado o meu caminho, mas ñ estou buscando atalhos. Estou destemida quanto ao que vou encontrar...
Estou feliz sem saber oq vai acontecer. Estou feliz pois estou conseguindo planejar algo que se concretizará daqui uns anos, ou que talvez nunca aconteça.Ainda assim estou feliz.
Talvez tenha encontrado a minha essência. Nos erros e acertos, sei quem sou.Estou bem comigo mesma pois a solidão não me atormenta , e sinto que sou uma boa companhia pra mim mesma.
Estou tomada de amor próprio, e estou feliz pois ainda assim reconheço o valor do amor do próximo e sei amá-lo também...
A verdade já não me dói tanto, os riscos não são calculados. Parei de me punir, me permiti ser feliz..estou pronta pra viver.

Isto é CLARICE: "Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Levantamento de Garfo.

Sou uma daquelas que já teve vergonha de comer (tanto) na frente de namorado.Mas me livrei deste comportamento e encontrei um texto sensa que super traduz esse dilema.

Medo da fêmea diante da balança
Você, amigo, sai com a pequena e ela só belisca, qual um passarinho, uns saudáveis farelos ou engole umas folhinhas sem graça. Que desgosto! Você caprichou na escolha do restaurante, acordou com água na boca por um prato que só você sabe onde encontrá-lo, quer fazer uma presença, fazer bonito com a cria da sua costela.
A gazela mira o ambiente com “nojinho”, de tão fresca. Uma estraga-prazeres, eclipse de um belo sabadão ensolarado. Ah, nada mais bonito do que uma mulher que come bem, com gosto, paladar nas alturas, lindamente derramada sobre um prato de comida, comida com sustança.
Os olhinhos brilham, a prosa desliza entre a língua, os dentes, sonhos, o céu da boca. Ela toma uma caipirinha, a gente desce mais uma, sábado à tarde, nossa doce vida, nossos planos, mesmo na velha medida do possível.
Pior é que não é mais tão fácil assim encontrar esse tipo de criatura. Como ficou chato esse mundo em que a maioria das mulheres não come mais com gosto, talher firme entre os dedos finos, mãos feitas sob medida para um banquete nada platônico.
Época chata essa. As mulheres não comem mais, ou, no mínimo, dão um trabalho desgraçado para engolir, na nossa companhia, alguma folhinha pálida de alface. E haja saladinha sem gosto, e dá-lhe rúcula!

Desgustação
A gente não sabe mais o que vem a ser o prazer de observar a amada degustando, quase de forma desesperada, um cozido, uma moqueca, uma feijoada completa, uma galinha à cabidela, massa, um chambaril, um sarapatel, um cuscuz marroquino/nordestino, um cabrito, um ossobuco, um bife à milanesa, um tutu na decência, mocotó, um baião de dois, uma costela no bafo, abafa o caso!
Foi embora aquela felicidade demonstrada por Clark Gable no filme ‘Os Desajustados’, quando ele observa, morto de feliz, Marilyn Monroe devorando um prato de operário. E elogia a atitude da moça, loa bem merecida.
Além do prazer de vê-las comendo, pesquisas recentes mostram que as mulheres com taxas baixíssimas de colesterol costumam ser mais nervosas, dão mais trabalho em casa ou na rua, barraco à vista, intermináveis discussões de relação… Nada mais oportuno para convencê-las a voltar a comer, reiniciá-las nesse crime perfeito.

Apetite
Moças de todas as geografias afetivas e gastronômicas, aos acarajés, às fogazzas, aos pastéis, aos cabritos assados e cozidos, ao sanduíche de mortadela, à dobradinha à moda do Porto, ao lombo – de lamber os lábios! –, ao churrasco de domingo para orgulho do cunhado que capricha na carne e sabe a arte de gelar uma cerva. E aquela fava, meu Deus, com charque, enquanto derrete a manteiga de garrafa, último tango do agreste.
O importante é reabrir o apetite das moças, pois, repito, senhoras e senhores, o velhíssimo mantra: homem que é homem não sabe sequer – nem procura saber – a diferença entre estria e celulite.
Até a próxima e desejo a todas as mulheres um final de semana com muita gula e todos os pecados capitais possíveis. Sem culpa, meninas!

XICO SÁ

segunda-feira, 26 de abril de 2010

O melhor Assunto...



Descobri que junto a liberdade, há também um pouco de solidão.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Take it.

Acho interessante a idéia de ter um blog.Não sei se o meu proposito de tê-lo criado será interessante para a leitura das pessoas, mas persisti na ideia pois será como uma válvula de escape para meus dias de tpm ou crises existenciais, como outros que já tive.
Mas to tentando largar o drama, qm sabe neste espaço não aprenda a passar pro papel o bons momentos também.

E nessa mistura de melancolia e alegria, vou deixando por aí uns pedacinhos meus...